Hoje o atletismo mundial viveu uma inquietação. A sul africana Caster Semenya de apenas 18 anos teve sua sexualidade questionada depois do mundial de Berlim, onde foi campeã dos 800m. A maioria dos sul africanos tomou isso como atitude de racismo.
O jornal australiano The Sidney Herald divulgou que a atleta é hemarfrodita, tem órgãos externos de mulher mas não possui ovários, e internamente possui testículos que liberam hormônio masculino. Essa revelação causou um bafafá no meio esportivo, muitos questionando eticamente o jornal, a atitude da atleta, que alega que não tinha conhecimento desse diagnóstico.
Hoje Semenya anunciou que não competirá os 4.000m no campeonato de Cross Country na Pretória. Agora é esperar pra ver o carnaval que a imprensa fará na vida profissional e pessoal dessa jovem.

Não vejo como racismo o fato de duvidarem da sexualidade da sul africana,pois sua aparência física realmente é diferente das demais competidoras.Concordo que ela não participe das demais competições, pois sairá sempre com vantagem.
ResponderExcluirTenso!
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